Produzindo frutos do Espírito
Aproveitando o acontecimento recente do carnaval, gostaria de falar aos que creem sobre o desafio bíblico de andarmos contrariamente às obras da carne. O carnaval é a festa da carne, a celebração da carne, na qual os frutos da carne é que ganham vida e espaço. O capítulo 5 do livro de Gálatas, no entanto, orienta-nos a viver no Espírito e a lutar contra as obras da carne.
Uma vez que tudo o que o homem plantar, da mesma forma, colherá, a Bíblia instrui que, se plantarmos ou dermos os frutos as orgias, bebedeiras, loucuras, o ciúme, a inveja, as porfias,da carne , iremos nos apartar e afastar de Deus.facções, dissensões e a lascívia.
Mas aqueles que frutificarem os frutos do Espírito, que andarem com Deus e o buscarem de todo o coração, terão um futuro distinto: receberão dele amor, paz, alegria, mansidão, domínio próprio, bondade, paciência, longanimidade e benignidade (de fato, o que Deus espera dos seus filhos).
Portanto, para você que lê esta mensagem, vale a pena pensar duas vezes antes de frutificar a carnalidade e, contrariamente, apegar-se a Deus com o intuito de produzir os frutos do Espírito.
Os frutos do Espírito transformarão a sua vida e, como uma pessoa diferente, você terá a chance de conhecer Deus a cada dia, à medida que Ele lhe conceda novas experiências. Então, pare de andar “na carne” e comece a andar no Espírito. Foi para isso que Deus nos chamou.
Em Cristo,
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Produzindo frutos do Espírito
Aproveitando o acontecimento recente do carnaval, gostaria de falar aos que creem sobre o desafio bíblico de andarmos contrariamente às obras da carne. O carnaval é a festa da carne, a celebração da carne, na qual os frutos da carne é que ganham vida e espaço. O capítulo 5 do livro de Gálatas, no entanto, orienta-nos a viver no Espírito e a lutar contra as obras da carne.
Uma vez que tudo o que o homem plantar, da mesma forma, colherá, a Bíblia instrui que, se plantarmos ou dermos os frutos as orgias, bebedeiras, loucuras, o ciúme, a inveja, as porfias,da carne , iremos nos apartar e afastar de Deus.facções, dissensões e a lascívia.
Mas aqueles que frutificarem os frutos do Espírito, que andarem com Deus e o buscarem de todo o coração, terão um futuro distinto: receberão dele amor, paz, alegria, mansidão, domínio próprio, bondade, paciência, longanimidade e benignidade (de fato, o que Deus espera dos seus filhos).
Portanto, para você que lê esta mensagem, vale a pena pensar duas vezes antes de frutificar a carnalidade e, contrariamente, apegar-se a Deus com o intuito de produzir os frutos do Espírito.
Os frutos do Espírito transformarão a sua vida e, como uma pessoa diferente, você terá a chance de conhecer Deus a cada dia, à medida que Ele lhe conceda novas experiências. Então, pare de andar “na carne” e comece a andar no Espírito. Foi para isso que Deus nos chamou.
Em Cristo,
terça-feira, 31 de março de 2009
Os Três sentidos em favor do reino de Deus
sábado, 28 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Prostitutos Cultuais e Mercadores da Fé
Março de 2009
Eu estava tentando encontrar um adjetivo para qualificar os atuais cantores e pregadores que cobram elevadas somas em dinheiro para pregar ou cantar nas igrejas e em conferências promovidas por evangélicos, e achei que “mercador da fé” não é um adjetivo apropriado, porque é simples demais para nominar tais pessoas. Pois bem. Vejo esses exploradores da boa-fé evangélica como prostitutos cultuais – que é a tradução da versão atualizada – para os que se prostituíam junto aos templos pagãos e que depois passaram a se prostituir diante do templo do Senhor em Jerusalém. Porque os prostitutos (as) cultuais mencionados na Bíblia exploravam os que se dirigiam ao templo para adoração oferecendo-lhes um pouco de orgia – orgia sexual revestida de espiritualidade, como alguns desses a que me refiro que falam línguas, profetizam, oram pelos enfermos, são místicos e super espirituais... Mas orgiofantes (como os sacerdotes que prestavam culto a Dionísio).
Os prostitutos e prostitutas cultuais, comuns nos templos pagãos passaram a conviver com os adoradores junto ao templo de Jerusalém, indicativo de uma deformação espiritual da nação de Israel. Não estou afirmando que é comum tais pessoas se prostituir de verdade, em orgias sexuais; estou afirmando, isto sim, que sempre que uma pessoa se afasta de Deus, comete prostituição com outros deuses – fato mencionado pelo próprio Deus em várias passagens do Antigo Testamento. Em Ezequiel 16 ele compara Israel a uma menina, que é cuidada por Deus, adornada e preparada para ser esposa, mas se prostitui com os povos vizinhos.
Deus se antecipou ao que poderia acontecer e recomendou a Moisés: “Das filhas de Israel não haverá quem se prostitua no serviço do templo, nem dos filhos de Israel haverá quem o faça... Não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à Casa do Senhor, teu Deus (Dt 23.17-18).
O que se vê hoje no Brasil é uma orgia espiritual, uma masturbação coletiva praticada por cantores e cantoras, pregadores e pregadoras, que não conseguiram fazer sucesso no mundo e encontraram na igreja um filão de negócio; o caminho para o enriquecimento à custa da espiritualidade dos irmãos.
Imagine o Lázaro da Bíblia, que Jesus ressuscitou dos mortos gravando seu cd e saindo pelo mundo a pregar nas igrejas, usando os recursos para comprar bens e imóveis em Atenas, Roma e Jerusalém. Imagine Dorcas, relatando sua ressurreição e insinuando aos irmãos por onde pregava que precisava de dinheiro para comprar máquinas de costura a fim de ajudar os pobres com maior eficácia, lucrando com a bênção alcançada. Eles seriam excluídos do rol de membros do céu pelos apóstolos. Pois sei que esses excrementos espirituais – e não há palavra melhor para descrever tais pessoas – cobram preços exorbitantes para pregar e cantar. Eu estava numa cidade pregando o evangelho e em várias cidades daquele Estado os irmãos se mobilizavam para ouvir o ex (que deve ter fracassado no mundo) cujo preço varia de 20 a 35 mil reais por apresentação. Este cantor que explora a espiritualidade do povo deve ganhar, pelo menos, com a agenda cheia em torno de cem mil reais por semana! Sim, porque fazem sucessos os ex-, sejam ex de quaisquer espécies. Ex que tocou na famosa banda do mundo; ex- que se prostituía com drogas, mas agora se prostitui com dinheiro. Prostituem-se com a fé. Sim, porque quais prostitutos cultuais do AT usam da espiritualidade para fazer orgia com o povo com o fim de levar o povo a se alegrar, enquanto eles ficam ricos.
Uma denominação pentecostal nutriu, alimentou e criou um pregador que cobra o exorbitante preço de quinze mil reais por pregação e nunca tomou uma atitude corretiva e disciplinar quanto a seu enriquecimento e vida pessoal; ao contrário, alimenta o sucesso desse mercador de dons. Balaão se sentiria envergonhado!
Assim, quando viajo pelo Brasil sinto no ar o odor fétido que eles deixam por onde passam; o odor da prostituição espiritual, o cheiro nauseabundo que costumam exalar os espiritualmente mortos. Que se prostituem espiritualmente e que levem pastores, líderes e povo à prostituição com eles é inegável, e não é de se duvidar de que se prostituam literalmente em seus confortáveis quartos de hotel. Pregadores e cantores que fazem exigências incomuns; que não aceitam fazer uma refeição na casa de irmãos; apenas em restaurantes que servem a La Carte. Que não se contentam com os bons hotéis e se não houver os melhores, recusam-se participar de eventos a menos que suas exigências sejam atendidas.
Os culpados são os líderes que atraídos pela ganância financeira esperam obter lucros com os gananciosos. Certamente porque muitos pastores, apóstolos e líderes se prostituíram espiritualmente, empolgados com as riquezas deste mundo, sonhando com mansões no litoral brasileiro e nas famosas cidades dos Estados Unidos.
Que posso dizer? Afirmar que alguns desses pastores que apóiam tais cantores e pregadores, juntamente com estes sejam descendentes de Balaão – que se prostituiu e usou de seus dons para ensinar Balaque a armar ciladas para os filhos de Israel – seria ofender o profeta do Antigo Testamento, que por seu pecado foi morto por Josué. Quem sabe possuem o DNA de Judas, ou são da mesma linhagem espiritual que vendem o nosso Senhor em troca das benesses de Mamom. Pedro e Judas descreveram tais cantores, pregadores e pastores com adjetivos pouco recomendáveis, afirmando que estes “andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores... Considerando como prazer a sua luxúria carnal em pleno dia, quais nódoas e deformidades, eles se regalam nas suas próprias mistificações, enquanto banqueteiam junto convosco; tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando almas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos; abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça... Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas”
Por mistificações o apóstolo está se referindo aos que usam dos dons espirituais para se sobrepor aos demais; eles têm dons, são místicos e falam como se uma nuvem de transcendência divina repousasse sobre eles.
Faz-se necessária uma limpeza na igreja, a Casa de Deus, como fizeram Asa e Josafá. Asa tirou de cena sua própria mãe e “removeu os prostitutos cultuais” que usavam o templo como local de prostituição. Josafá ainda precisou intensificar a reforma, porque, de tempos em tempos os aproveitadores da boa vontade do povo; os exploradores da espiritualidade das pessoas, tais como eram os filhos de Eli aparecem na igreja de Deus (1 Rs 15.12; 22.47).
Uma igreja rameira serve de alcova para os exploradores da espiritualidade do povo. E Deus haverá de limpar sua igreja.
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www.familiaegraca.com.brquarta-feira, 11 de março de 2009
A disputa, entre o cristianismo e o dinheiro...
Ricardo Gondim
As Casas Bahia disputam o mesmo mercado que a Magazine Luiza. As duas lojas se engalfinham para abocanhar o filão dos eletrodomésticos, guarda-roupas de madeira aglomerada e camas de esponja fina. Buscam conquistar assalariados, serralheiros, aposentados e garis. Em seus comercias, o preço da geladeira aparece em caracteres pequenos, enquanto o valor da prestação explode gigante na tela da televisão. A patuléia calcula. Não importa o número de meses, se couber no orçamento, uma das duas, Bahia ou Luiza, fecha o negócio - o juro embutido deve ser um dos maiores do mundo.
Toda noite, entre oito e dez horas, a mesma lengalenga se repete nos programas evangélicos. Pelo menos quatro “ministérios” concorrem em outro mercado: o religioso. Todos caçam clientes que sustentem, em ordem de prioridade, os empreendimentos expansionistas, as ilusões messiânicas e o estilo de vida nababesco dos líderes. Assim, cada programa oferece milagres e todos calçam suas promessas com testemunhos de gente que jura ter sido brindada pelo divino. Deus lhes teria abençoado com uma vida sem sufoco. Infelizmente, o preço do produto religioso nunca é explicitado. Alardeia-se apenas a espetacular maravilha.
Considerando que a rádio também divulga prodígios a granel, como um cliente religioso pode optar? Para preferir uma igreja, precisa distinguir sobre qual missionário, apóstolo, pastor ou evangelista, Deus apontou o dedo. E se tiver uma filha com leucemia aguda, não pode errar. Ao apelar para uma igreja com pouco poder, perde a filha.
O correto seria freqüentar todas. Mas como? Em nenhuma dessas igrejas televisivas o milagre é gratuito ou instantâneo. As letrinhas, que não aparecem na parte de baixo do vídeo, afirmariam que, por mais “ungido” que for o missionário, um monte de exigência vem embutida na promessa da bênção. É preciso ser constante nos cultos por várias semanas, contribuir financeiramente para que a obra de Deus continue e, ainda, manter-se corretíssimo. Um deslize mínimo impede o Todo Poderoso de operar; qualquer dúvida é considerada uma falta de fé, que mata a possibilidade do milagre.
Lojas de eletrodoméstico vendem eletrodoméstico, óbvio. Igrejas evangélicas comercializam a idéia de que agenciam o favor divino com exclusividade. E por esse serviço, cobram caro, muito caro. Afinal de contas, um produto celestial não pode ser considerado de quarta categoria. A "Brastemp" espiritual que os teleevangelistas oferecem vem do céu.
O acesso ao milagre se complica, porque todos mercadejam o mesmo produto. Os critérios de escolha se reduzem a prazo de entrega, conforto e garantia.
Opa, quase esqueci! As lojas, em conformidade com o Código do Consumidor, são obrigadas a dar garantia, mas as igrejas evangélicas não dão garantia alguma. O cliente nunca tem razão. Quando a filha morrer de leucemia, o pai, além de enlutado, será responsabilizado pela perda. Vai ter que escutar que a menina morreu porque ele “deu brecha” para o diabo, não foi fiel ou não teve fé.
Mercadologicamente, Casas Bahia e Magazine Luiza estão bem à frente das igrejas. Melhor assim, geladeira nova é bem mais útil do que a ilusão do milagre.
Soli Deo Gloria
Fonte: Pavablog
http://pavablog.blogspot.com
sexta-feira, 6 de março de 2009
Leão de Judá Cola
Primeiro, foi o Guaraná Jesus, bastante popular no Nordeste. Agora, é a vez de um novo refrigerante crente conquistar o paladar dos evangélicos. É a Leão de Judá Cola, iniciativa do empresário Moisés Magalhães, membro da Igreja Universal do Reino de Deus e que atua no setor de distribuição de refrigerantes.
Para quem não sabe, Leão de Judá é um dos nomes pelos quais Jesus é chamado na Bíblia – pois é justamente na intenção de tornar o nome do Senhor conhecido, além, é claro, de lucrar, que Moisés está investindo no projeto. O produto chega ao mercado com força agora em dezembro, com um lote inicial de 12 milhões de litros. Segundo o empresário, 20% da renda obtida com a comercialização da Leão de Judá Cola será destinada à igreja que ele freqüenta e à manutenção de projetos sociais. O lançamento será marcado por uma campanha de divulgação, que contará, entre outras coisas, com cartazes com mensagens cristãs e versículos bíblicos. A idéia é atingir principalmente as periferias, que concentram grande população evangélica e é mais receptiva a refrigerantes de marcas alternativas. As vendas mensais dos sabores guaraná, cola, laranja e uva devem atingir o patamar de seis milhões de unidades/mês no fim de fevereiro, segundo projeções da empresa Alfa Gold, de propriedade de Moisés.
“Montei uma espécie de Coca-Cola tupiniquim”, exagera o empresário, que garante ter gasto apenas R$ 300 mil na concepção do produto e desenvolvimento das fórmulas. Leão de Judá é fabricado e distribuído por oito engarrafadoras. “Com divulgação adequada, poderemos abocanhar até 2,5% do setor de bebidas não alcoólicas”, especula.
Fonte: Cristianismo Hoje / Com reportagem de IstoÉ Dinheiro
Ame o que Deus Ama, Odeie o que Deus Odeia
sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Quando Reina o Espinheiro
Quando Reina o Espinheiro.. Juízes 9.
Por Pastor Adilson de Souza quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Homem leva 2 tiros e sua bíblia o salvou da morte
Uma das balas perfurou a capa do livro e o Velho Testamento.
A outra desviou da obra e atingiu, de raspão, a testa do homem.
A Bíblia salvou a vida de um cabeleireiro atingido por dois tiros quando chegava em casa no Espírito Santo. O livro estava no bolso da camisa da vítima.
Uma das balas perfurou a capa e várias páginas do Velho Testamento.
A outra desviou do livro e atingiu a testa do homem de raspão.
O cabeleireiro, que não quis se identificar, conta que é religioso e que carrega sempre o livro consigo. Homem de fé, ele acredita que foi salvo pela palavra de Deus.
clique aqui para ver o vídeo.
Novelas e as suas consequências nas famílias
Novelas costumam apresentar críticas a valores tradicionais da sociedade
Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.
Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo - cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, "a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível" nas cidades do país. Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local. Instrução Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas. "O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong. Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade. O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade. Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros. Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um "caso interessante de estudo". Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002. "A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras", diz a pesquisa. "Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória. Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo, combatendo seus vícios e controlando suas paixões. "Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória. Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo, combatendo seus vícios e controlando suas paixões. A vitória sobre nós mesmos é muito mais difícil. Ela requer mais coragem, mais disciplina e mais decisão. Se você não conseguir na primeira vez tente de novo. O simples fato de tentar de novo, já será sua primeira vitória."









